Wednesday, 23 December 2009

Caros Leitores,

Nada mais massante do que essas semanas de pré-natal. Quando se é criança ainda existe toda aquela esperança de conseguir ganhar o castelo de Lego, um Mega Drive ou um cachorrinho. Mas na temível vida dos semi-novos, é tudo muito chato.

É amigo oculto da empresa, da pós graduação, caixinha de natal dos funcionários do prédio, dos funcionários do prédio do escritório, dos manobristas da garagem do estacionamento...

É mandar os cartões de natal comerciais, receber e-mails ruins com mensagens melosas, ligar pra parentes distantes...

É presente pra sogra, pra sobrinha mimada, pro cunhado mala. É fazer compras de natal pela primeira vez na vida, porque sua namorada inventou de cozinhar o almoço do dia 25 em casa apenas para os 17 amigos mais próximos, e não, macarronada nem feijoada são aceitáveis no dia de natal, muito menos pizza ou comida chinesa.

O dia de natal nem é tão ruim assim, pelo contrário. Mas toda essa pressão social e comercial anterior, é de estressar até mesmo quem até aprecia a época.

Saturadamente,

Guilherme